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Ao profissional de Educação Física,
Com o crescente aumento da expectativa de vida do idoso no mundo inteiro, a chamada “Terceira Idade” vem sendo assunto de destaque na mídia e também é claro de inúmeras discussões e debates dentro do mundo da atividade física. Vem se mudando os conceitos a cerca do idoso, que muitas vezes ainda é visto como um ser incapaz, improdutivo, velho no sentido mais pejorativo da palavra, gasto pelo tempo.
Mais o idoso, que também pode ser denominado ancião, com certeza é alguém que já viveu bastante e tem muitos anos, mas ele não é tão somente um reflexo do tempo que passou, o idoso tem que ser encarado como alguém que já contribuiu muito para a sociedade, que construiu uma família e que hoje tem direitos adquiridos por tudo o que produziu. Por isso hoje o crescente aumento dessa população, há uma conscientização no sentido de criar políticas mais justas e de se fazer valer os direitos que já existem.
No que se refere a atividade física, está mais que provado a importância dos exercícios físicos na vida do idoso, daí a necessidade de se estudar atividades mais adequadas que seja apropriada a sua faixa etária, pois pelas alterações morfológicas e funcionais dos órgãos e tecidos pelo processo natural do envelhecimento (envelhecimento funcional), podem arcar algumas patologias que inspiram cuidados em muitas atividades.
Por isso a Educação Física e a Gerontologia, ciência que estuda o envelhecimento do corpo e da mente dos seres humanos, se unem para aplicar às pessoas que estão em processo de envelhecimento, atividades adequadas e sistematicamente estudadas, surgindo um ramo muito promissor dentro da Educação Física, a Educação Física Gerontológica.
É super importante ressaltar que a atividade física nessa faixa etária, se bem orientada, pode e deve ser aplicada, pois não paramos porque envelhecemos e sim envelhecemos porque paramos. E o idoso muitas vezes deixa de ter um contato social e fica esquecido num canto qualquer da casa tendo também um envelhecimento social e psicológico, onde ele tem uma diminuição de sua auto-estima e perde a alegria de viver.
O idoso não é um ser incapaz e sim alguém que viveu muito, que muitas vezes tem limitações pelo próprio processo de envelhecimento, mas que estimulado e motivado se vê capaz de realizar coisas que muitas vezes nem eles mesmos se achavam capazes de fazer.
Cabe ao profissional de Educação Física trazer de volta ao “movimento” essas pessoas. Elevar sua auto-estina por meio da atividade física.
Texto elaborado por Carolina, Erik, Graziella, Leandro, Marilucia, Rubens.
Faculdade de Educação Física da ACM de Sorocaba – 08/2006.
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