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ISALTINO DE OLIVEIRA JUNIOR -2006
1 - INTRODUÇÃO
1.1 - Problema
De acordo com CINTRA & FISBERG (2003), em tempos em que os principais meios de diversão de crianças e adolescentes são o computador, videogame e os Fast Food (comida rápida), um problema cresce de forma cada vez mais rápida: a obesidade infantil. Em um recente levantamento, a Organização Mundial da Saúde (OMS) detectou índices preocupantes: 155 milhões de jovens apresentam excesso de peso em todo o mundo, ou seja, uma em cada dez crianças é obesa. Só no Brasil, a obesidade cresceu aproximadamente 240% nos últimos 20 anos, sendo que o país apresenta 6,7 milhões de crianças com esse problema. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Pediatria, nos últimos 30 anos o índice de crianças obesas passou de 3% para 15% no país.
Hoje em dia, dados demonstram que a obesidade infantil tem crescido muito. Decorrente disso, as doenças crônico degenerativo também é cada vez mais os pais buscam através do exercício físico um meio para minimizar a situação e fazer com que a criança construa novas experiências de vida (GOMES, 2002).
1.2 - Situação problema
Qual a importância da prática regular de atividades físicas como fator de prevenção do sobrepeso e obesidade na infância e adolescência
1.3 - Justificativa
A atividade física expressa habilidades gerais, traços de personalidade inconfundíveis, atitudes positivas, estilo de vida saudável, interesses sociais e bom desempenho, que possibilitem como conseqüência um bom nível de satisfação para os praticantes de atividades físicas (MENESTRINA, 2005).
Segundo ZANINI FILHO (2000), o exercício físico regular facilita o controle de peso, ajuda no fortalecimento ósseo, tem benefícios psicológicos e pode diminuir os riscos de doenças cardiovasculares. Uma infância ativa pode servir de base para uma vida saudável, longe das drogas, com maior facilidade de conviver em sociedade e enfrentar os desafios naturais da vida. Toda criança e adolescente necessita de exercício físico regular.
Segundo RAMOS (l999), o exercício físico contribui para estimular o aumento da estatura (crescimento longitudinal) do osso; estimular o crescimento em espessura do osso; melhorar o controle do peso corporal, aumentar a força muscular; aumentar a flexibilidade; hipertrofia muscular; maior resistência cardio-respiratória e níveis mais baixos de colesterol e triglicérides no plasma; prevenção de doenças cardiocirculatórias.
Ao estimular as crianças a praticar regularmente exercícios físicos, estamos possibilitando a estes alcançarem uma melhor condição física, evitar obesidade e sedentarismo, fato que lhes permitirá um melhor rendimento nas tarefas diárias, e prevenirá doenças hipocinéticas (OLIVEIRA, 1995).
Segundo POLLOCK (1993), atividades físicas promovem bons efeitos sobre os principais componentes da boa forma física, no que diz respeito à saúde. Considerando que a redução do fator de risco já foi abordada, esta secção é primariamente devotada à função cardiovascular respiratória, à composição corporal, à força e resistência.
1.4 - Objetivos
1.4.1 - Objetivo Geral
Compreender a importância da prática regular de atividades físicas como fator de prevenção do sobrepeso e obesidade na infância e adolescência
1.4.2 - Objetivos Específicos
Compreender a composição corporal e estrutural em crianças obesas.
Compreender o percentual de gordura e a massa magra nas mesmas.
Descrever a relação entre excesso de peso na infância e na adolescência e risco de obesidade e saúde precária na vida adulta.
1.5 - Hipótese
As crianças que possuem obesidade sofrem alterações em sua composição corporal com o passar das idades, como o aumento da gordura corporal e a diminuição da massa magra.
2 - REVISÃO DE LITERATURA
2.1 - Composição Corporal
As avaliações da composição corporal envolvem a quantificação das contribuições relativas das principais estruturas do corpo humano. Nossos Corpos são compostos de uma variedade de estruturas, incluindo massa muscular, osso, gordura, sangue e outros tipos de fluidos e tecidos, a maioria dos modelos teóricos de composição corporal são os de dois compartimentos, baseados na premissa de que o peso corporal total (PCT) de uma pessoa é a soma de seu peso de gordura (PG) mais o peso da massa corporal magra. A composição corporal de crianças deve ser avaliada sim, concluiu – se que 80% a 86% da obesidade na idade adulta é derivada do excesso de gordura na infância (BIANCHI, 2006).
Informações produzidas pela literatura indicam que as intervenções em âmbito populacional, com a intenção de minimizar o aumento da quantidade de gordura corporal, devem ser desenvolvidas preferencialmente durante a infância e adolescência. Quanto mais avançada a idade e maior a quantidade de gordura, menor deverá ser a probabilidade de se provocar a reversão no quadro de adiposidade (VILLARES, 2005).
Na área de composição corporal, diferentemente do que ocorre com o desempenho motor, o critério de saúde estabelecido procuram atender a uma amplitude de valores para as medidas de espessura das dobras cutâneas, baseando – se no princípio de que, da mesma forma que o excesso de gordura está relacionado ao aumento de incidência de eventuais problemas de saúde, quantidades mínimas de tecido adiposo também podem induzir a distúrbios de ordem metabólica (ZAOROB, 2003).
Pela avaliação da composição corporal, podemos, além de determinar os componentes do corpo humano de forma quantitativa, utilizar os dados obtidos para detectar o grau de desenvolvimento de crianças e jovens e o estado dos componentes corporais de adultos e idosos. Podemos também, a partir desses dados, prescrever exercícios. A massa corporal recebe uma contribuição diferenciada de cada um de seus componentes (massa muscular, fluídos extracelulares, sólidos extracelulares.) Assim, afirmar que um indivíduo é ou não obeso, baseando –se apenas no valor de sua massa corporal total, obtida na balança, pode constituir um erro (COSTA, 2001).
Os programas de treinamento físico para obesos são aceitos e indicados como um tratamento de enorme importância e fundamental no processo de redução e controle do peso.Os princípios gerais da prescrição de exercícios são os mesmos, porem as limitações devem ser sempre analisadas para se prescrever o exercício (DOMINGUES FILHO, 2000).
A atividade física e a prática de exercícios resultam em moderada perda de peso, moderada a grande perda de gordura corporal, e pequeno a moderado ganho de massa livre de gordura, eliminando futuros problemas cardiovasculares, trazendo vários benefícios para a qualidade de vida (NEIMAN, 1999).
Uma criança que demonstra elevado peso corporal para sua estatura pode se caracterizar – se como obesa ou ser considerada simplesmente coma criança com sobrepeso. Assim, não se deve perder de vista que comprovação de obesidade é o excesso de tecido adiposo, e não, necessariamente, o maior peso corporal. Desse modo, pode ser que os altos valores de peso corporal sejam resultantes de um grande desenvolvimento muscular associado a uma sólida constituição óssea, em vez de uma elevada quantidade de gordura. Nem sempre um maior peso corporal traduz desenvolvimento favorável do componente muscular para determinada estatura e idade. Esse maior peso corporal pode estar sendo compensado por uma excessiva quantidade de gordura em detrimento de outros componentes corporais, caracterizando, portanto, um estado de obesidade (GUEDES & GUEDES, 1995).
2.2 - Obesidade Infantil
Segundo FAVA (2003), afirma que a obesidade pode ser definida como um grande aumento excessivo da quantidade de gordura corporal. A obesidade consiste no depósito excessivo de gordura no tecido adiposo. A obesidade progressiva se associa à obesidade hiperplásica, o que dificulta o controle de peso corporal na idade adulta.
Segundo BOUCHARD (2003), uma forma comprovada de combater a obesidade e o sedentarismo é participar de atividades físicas regulares por toda vida. A atividade física regular, realizada três vezes por semana, por 30 minutos cada vez, em níveis moderados, reduz acentuadamente o risco de morte e/ou desenvolvimento de muitas das principais doenças. Como demonstrado em um amplo estudo do relatório dos cirurgiões -gerais Americanos sobre atividade física regular ira melhorar a saúde porque: Reduz o risco de morte prematura; reduz o risco de desenvolvimento de doença cardíaca; reduz o risco de desenvolvimento de doença cardiovascular; reduz o risco de desenvolvimento do diabete; reduz o rico de desenvolvimento de pressão arterial elevada; reduz o risco de desenvolvimento de câncer do cólon; reduz os sentimentos de depressão e de ansiedade; Além de melhorar a saúde em relação aos problemas citados, a atividade física regular também: Auxilia o controle de peso; auxilia a reduzir a pressão arterial em pessoas que já apresentavam pressão arterial elevada; auxilia a desenvolver e manter ossos,músculos e articulações saudáveis(reduzindo,desta maneira,a osteoporose e as conseqüentes fraturas de quadril); auxilia adultos mais velhos a tornarem-se mais fortes e mais capazes de realizarem movimentos sem cair; promove o bem estar psicológico.
De acordo com ARONIS (2002), a obesidade é uma síndrome com várias causas, caracterizada por um excesso de tecido gorduroso e pode ser classificada em várias modalidades. Há várias maneiras de saber se a pessoa é ou não gorda, ou seja, de se classificar a obesidade. A maneira mais simples e comum de classificar a obesidade é pelo peso. Na realidade nem sempre o pesado é gordo, já que a musculatura pesa mais que o tecido gorduroso, e uma pessoa musculosa não costumam ser gorda.
Segundo MUZY (2002), a obesidade está ligada a uma predisposição genética e fatores ambientais, como o hábito alimentar da família. O estilo de vida das pessoas influi fortemente quando o assunto em pauta é a obesidade. Assim, o sedentarismo aliado uma dieta hipercalórica, a ausência de regularidade no horário das refeições são fatores que de forma isolada ou combinada contribuem para o desenvolvimento da obesidade.
De acordo com PERON (2001), a obesidade é uma das patologias nutricionais que mais tem apresentado aumento em seus números, não apenas nos países ricos, mas também nos países industrializados, existem vários fatores que são determinantes no processo que leva à obesidade. Um dos principais é o sedentarismo. Atualmente, a maioria das atividades de lazer das crianças não envolve exercício físico, ou seja, elas muitas vezes se distraem no computador, na televisão e no videogame. Antigamente, as crianças jogavam bola e soltavam pipa muito mais do que hoje em dia. Essa inatividade aumenta, e bastante, as chances de elas virem a ganhar peso. Nos últimos anos, o interesse sobre os efeitos do ganho de peso excessivo na infância tem aumentado, devido ao fato de que o desenvolvimento da celularidade adiposa neste período será determinante nos padrões de composição corporal de um indivíduo adulto. Os períodos críticos de surgimento da obesidade progressiva são os 12 primeiros meses de vida, a fase pré-escolar e a puberdade.
Segundo FARINATTI (1995), a incidência de obesidade na infância está aumentando em todo o mundo. No Brasil também está ocorrendo um aumento marcante da obesidade infantil e, além das possíveis complicações clínicas da obesidade, com o crescente apelo estético de um padrão de beleza sempre magro, a implicação da obesidade na auto-estima infantil também tem sido um fator muito importante. A obesidade infantil prepondera no primeiro ano e após o oitavo ano de vida, é maior nas famílias de renda maior (11,3 %) do que naquelas de menor renda (5,3 %). Mas, em qualquer faixa sócio-econômica, a vida moderna tem criado condições para o desenvolvimento de obesidade em crianças, na medida em que são impedidas de saírem de casa (por causa da violência) e, desta forma, deixam de correr nas praças, andar de bicicleta e participar de outras brincadeiras de boa atividade física. Atualmente as crianças ficam muito em casa, dentro de seus quartos, sentadas ou deitadas na cama, jogam videogame, navegam pela internet, assistem vídeos ou estão ligadas na TV. Pesquisas têm revelado que 26% das crianças americanas, entre 8 e 16 anos, passam 4 ou mais horas em frente à televisão diariamente. Esses estudos procuram relacionar o hábito de ver TV com a obesidade infantil.
Segundo SHEPARD (1995), a obesidade na infância está se apresentando como uma epidemia global. Nas últimas décadas duplicou a incidência da obesidade entre as crianças e adolescentes. Nos Estados Unidos aproximadamente 25% das crianças entre 6 e 17 anos são obesas ou apresentam risco de sobrepeso. A obesidade representa nos Estados Unidos à doença nutricional mais prevalente entre crianças e adolescentes. Nas nações em desenvolvimento, a obesidade coexiste com a desnutrição, provavelmente pela modificação dos hábitos e estilo de vida, que se tornaram mais “americanizados”. A obesidade infantil está associada a conseqüências negativas para a saúde da criança e do adolescente, incluindo dislipidemia, inflamações crônicas, aumento da tendência à coagulação sangüínea, disfunção endotelial, resistência à insulina, diabetes tipo 2, hipertensão, complicações ortopédicas, alguns tipos de cânceres, apnéia do sono, estatohepatite não alcoólica. Quadro psicológico conturbado, com diminuição da auto-estima, depressão e distúrbio da auto-imagem, também estão associado à obesidade infantil. Esse é um fato preocupante, uma vez que a obesidade infantil normalmente está associada a algumas alterações metabólicas, tais como a hipertensão, a dislipidemia, a hiperinsulinemia e, mais recentemente, a diabete tipo II.
2.3 - Influência do crescimento e da maturação na composição corporal
A obesidade pode ser definida como o aumento excessivo de gordura corporal. Existe um padrão de excesso de gordura aceito pela maioria dos estudiosos e pesquisadores que determina as pessoas que extrapolam percentuais de gordura de seu peso total. Esse padrão foi estabelecido em 20% de gordura para os homens e 30% de gordura para as mulheres.Alem do total percentual de gordura corporal, o tamanho e o número das células adiposas foram sugeridos como um meio de identificar e estudar o que é normal e anormal no que diz respeito à gordura corporal. O corpo aumenta a quantidade do tecido adiposo de duas formas: a primeira é aumentando ou “enchendo” as células adiposas existentes com mais gordura, o que é chamado de hipertrofia.A segunda forma é aumentando o número total de células adiposas, o que é denominado de hiperplasia da célula adiposa. O primeiro ano de vida.o número de células adiposas é cerca de três vezes maior no primeiro ano de vida do que no nascimento. Esse dado confirma o fato de que, durante o primeiro ano de vida, o número de células no organismo aumenta, razoavelmente, rápido. Os cientistas acreditam que as células adiposas existentes antes do nascimento são formadas durante os últimos três meses da gestação. Portanto na gestação, a mãe deve evitar engordar mais que 9kg. Deve-se evitar dar alimentos sólidos ao bebê até um ano de idade. O dogma de que a criança gordinha é saudável deve acabar, pois sua saúde pode ficar comprometida no futuro. Após o primeiro ano de vida, o número de células aumenta de forma mais gradual, até mais ou menos 10 anos e continua aumentando durante o impulso do crescimento e na adolescência. Devido às alterações psicofísicas, os adolescentes tendem a aumentar o número de células devido três grandes fatores: as alterações hormonais, a ingestão de alimentos altamente calóricos (fast - food) e inatividade física. A partir da fase adulta parece existir pouco ou nenhum aumento de células, mas sim o “enchimento” das células adiposas já existentes. Desse modo, a melhor forma de evitar a obesidade é controlar a alimentação nos três períodos considerados críticos, a fim de evitar um aumento no número de células adiposas. Lembre-se de que a obesidade é uma doença e de que também tem um fator hereditário; por isso modifique seus hábitos alimentares e procure uma nutrição sadia, pois é a base do seu bem estar físico (SIMÃO, 2006).
As crianças de 8 a 15 anos de idade com excesso de peso ou obesas tem mais probabilidades de se tornarem adultos com estas mesmas características, segundo um estudo publicado na revista ”Obesity Reseach”, que divulgou os resultados de um estudo feito durante 10 anos por uma equipe de pesquisadores da escola de medicina de Harvard e do hospital infantil de Boston (Massachusetts). A principal autora do artigo e professora de pediatria em Harvard, reconheceu que os médicos já sabiam que as crianças com excesso de peso ou obesas têm maior risco de manter essa característica na idade adulta,mas disse que o estudo revelou que essa realidade é bem mais preocupante (ALISON FIELD,2005).
Maturação deve ser entendida como o processo de amadurecimento mediante a qual se atinge o estado maduro, ou seja, a maturidade. Embora esse processo de amadurecimento possa estar associado à evolução das crianças e dos adolescentes, diferentemente do que ocorre com o crescimento, onde a característica principal é a hiperplasia e / ou a hipertrofia celular, além de um aumento de substâncias intracelulares, na maturação são envolvidos os processos de especialização e diferenciação celular (LEÃO, 2002).
Os índices de massa corporal demonstraram ser menos sensíveis a modificações em seus valores com a idade, apresentando um único ponto crítico por volta dos 13 – 14 anos. Essas informações confirmam os achados apresentados por outros pesquisadores, daí inferindo – se que em idades mais precoces as modificações relacionadas ao crescimento (CARNAVAL, 2002).
As crianças sofrem mudanças nas proporções e densidades dos componentes da Massa Livre de Gordura (MLG) devido ao crescimento e à maturação. Essas mudanças na densidade da MLG em crianças devem – se à diminuição da água corporal total e ao aumento no conteúdo mineral ósseo durante o crescimento e desenvolvimento. A densidade corporal total (DC) é afetada não apenas pela perda de massa gorda, mas pelas mudanças concomitantes na massa muscular e na água corporal total. Muitas vezes, a massa livre de gordura (MLG) diminui juntamente com a massa gorda, quando indivíduos severamente obesos praticam atividade física (HEYWARD & STOLARCZYK, 2000).
Todo indivíduo atinge a idade adulta, madura biologicamente nos diferentes tecidos, sistemas e funções, porém, pode apresentar diferentes níveis de crescimento. De maneira geral, parece ser esta a distinção fundamental entre a evolução em direção a maturidade (maturação) versus dimensões corporais finais crescimento (GUEDES & GUEDES, 1997).
Embora os ganhos em altura e peso continuem em taxas ligeiramente uniformes durante o período da primeira infância, a taxa de ganho em altura é quase o dobro do que em peso, os meninos tendem a ser um tanto mais alto e pesados em todas as idades, mas a taxa proporcional de crescimento permanece semelhante para ambos os sexos durante este período (ECKERT, 1993)
3 – METODOLOGIA
3.1 – Tipo de pesquisa
Revisão bibliográfica
4 - CONCLUSÃO
Atualmente as crianças e os adolescentes já não possuem tanto espaço físico pra realizarem atividades físico recreativas, colocando como prioridade a inatividade e o comodismo.Portanto o sedentarismo e a conseqüente obesidade que eram problemas exclusivos da população adulta, estão invadindo também o universo infantil.Cabe, como conduta de prevenção e porque não dizer de controle, a conscientização da importância da prática regular de atividades físicas por parte da população infantil.
5 - REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
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